Histórico

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Polícia Militar do Paraná

 

"A Polícia Militar se identifica pelo uniforme que usa e exerce, com eficiência e eficácia, a função de polícia preventiva em toda a sua plenitude, evitando, com a sua presença, a perpetração do delito e guardando o emprego de medida repressiva para a última instância.

Como agentes da Lei, seus membros têm tombado no solo sem vida, numa demonstração inequívoca de que a missão policial militar é árdua, complexa, dignificante e pode até mesmo custar o sacrifício da própria vida.

Não se encontra no mapa do Estado um lugar onde não haja tombado, em holocausto ao dever, o soldado de polícia, inscrevendo, a sangue vivo, a odisséia magnífica da dor e do sacrifício nessas jornadas de todo o dia, obscura é verdade, mas de um profundo e belo sentido de defensor da vida e dos bens da gente laboriosa, das cidades e dos sertões, constantemente ameaçados pelo flagelo do banditismo.

O seu passado, cheio de tradições, está vinculado à própria história do Paraná. E esta ensina, e confirma, que a Corporação sempre esteve presente e atuante nos momentos decisivos do nosso Estado, em harmonia com as aspirações populares e as melhores recordações do povo paranaense.

Crescendo paralelamente com o desenvolvimento do Estado, a Polícia Militar vem assinalando, nas dobras do pavilhão que defende, com denodo de bravos, os feitos de suas empreitadas vitoriosas, nos domínios da paz, no terreno das dificuldades e nos campos de batalha."

Major RR Antunes

 

 

Primeiros Comandantes

 
Cap. Joaquim José Moreira de Mendonça

 

coronel mendonça

 

O Capitão de 1ª Linha do Exército nasceu por volta de 1809, na Província de Minas Gerais.

Foi nomeado a 22 de novembro de 1854, por ato do Presidente da Província do Paraná, para o cargo de Comandante da Companhia da Força Policial, tornando-se o primeiro Comandante da Corporação paranaense. Assim, é considerado como tendo sido o primeiro Comandante-Geral da atual PMPR.

No dia 29 de novembro de 1854, anunciou no jornal “Dezenove de Dezembro” um edital convocando os primeiros voluntários para ingressarem na Companhia da Força Policial.

Obstáculos:

  • Outras organizações policiais prestavam serviço no território da Província.
  •  A Guarda de Pedestre criada pelo Chefe de Polícia Dr. Antônio Manoel Fernandes Júnior, em 15 de abril de 1854, com um efetivo de 9 homens.
  • Falta de interesse dos provincianos pelo serviço das armas, principalmente porque a Cia. havia sido criada nos moldes militar “(hierarquia e disciplina)”.
  • Era precário o estado das finanças, o salário do soldado era muito baixo.

Efetivo da Companhia:

  • Inicialmente, a Cia. foi organizada com o ingresso dos remanescentes da Guarda de Pedestre (abril de 1854) e da Guarda Policial (1834), que haviam sido extintas da Província do Paraná, pela lei provincial.
  • Em janeiro de 1855, a Cia. contava com um efetivo de 36 homens e foi com esse que ela deu início as suas atividades de mantenedora da ordem pública no Paraná.

Realizações:

  • Conseguiu uma enfermaria com 12 leitos anexa ao hospital do Corpo da Guarnição Fixa de Curitiba e outra com 4 leitos no destacamento de Paranaguá.
  • Conseguiu o apoio do Dr. José Cândido da Silva Muricy, cirurgião do Exército.
  • Colaborou na confecção do 1º regulamento da Cia.              
  • Aumentou o efetivo para 100 homens.

Deixou o comando da Cia. em 4 de janeiro de 1856, passando a prestar serviço no Corpo da Guarnição Fixa de Curitiba (retornou ao Exército) e em 5 de abril de 1865, foi reformado no posto de Major, visto sofrer de moléstia incurável que o tornou incapaz para o serviço militar.

Em junho desse ano foi residir na Província de Minas Gerais, onde no mês de julho foi nomeado para exercer as funções de Ajudante-de-ordens do Presidente da Província de Minas Gerais, por quatro anos e em 1870 era nomeado comandante da Polícia Militar de Minas Gerais.

Em 1882, era o encarregado do Depósito de Artigos Bélicos da Província de Minas Gerais. Faleceu no dia 24 de março de 1883, quando ainda chefiava o Depósito de Artigos Bélicos. Tinha 74 anos de idade quando faleceu.

 
Cap. Diogo Pinto Homem

 

coronel pinto

 

Capitão do Exército Brasileiro, radicado em São Paulo. Foi nomeado Comandante da Companhia da Força Policial em 04 de junho de 1856, com autorização do Ministério da Guerra.

Nessa época a Companhia contava com apenas 65 homens dos 100 previstos para completo efetivo. Propôs ao presidente a transformação da Cia. em Corpo Policial com duas Cias, mas a Assembleia não aprovou devido à péssima situação da nova Província.

Realizações:

  • Elevação do salário do soldado para 10 tostões diários.
  • Substituiu os destacamentos do Exército por policiais da Cia. da Força Policial.
  • Elevou o efetivo para 150 homens.
  • Conseguiu tornar sem efeito a lei nº 4, de 09 de abril de 1856, que autorizava a criação de Companhias de Pedestres na Província.
  • Criou a Banda de Música da PMPR (Lei n.º 3, de 12 de março de 1857)
  • Depois de um ano e três meses no comando, foi exonerado no dia 14 de abril de 1857, retirando-se para a Corte, indo servir na Província de Goiás e em 1865, foi nomeado no posto de Ten-Cel, Comandante do Corpo de Guardas Nacionais da Província do Paraná.

Em junho de 1865, foi nomeado para servir nas forças em marcha e operações contra o Paraguai. Em novembro desse ano foi reformado por sofrer de moléstia incurável que o tornou incapaz de continuar no serviço militar.

Em 1866, foi residir na Província de São Paulo.

 
Ten. Cel. Manoel Eufrásio de Assumpção

 

Cel. Eufrásio

 

Nasceu em São Paulo no dia 20 de fevereiro de 1829. Ingressou no Regimento de Artilharia de São Paulo com 20 anos de idade.

Em 1853, quando o Paraná se desmembrou da Província de São Paulo, envergava a farda de 1º Sargento do Corpo Provisório da Guarnição Fixa de Curitiba.

Em 1854, ao ser instalada a Companhia da Força Policial, foi comissionado pelo Presidente Zacarias para o cargo de Tenente, seguindo para Paranaguá em 3 de abril para organizar o Destacamento Policial. Paranaguá foi o primeiro Município a contar com um Destacamento PM.

Em 06 de janeiro de 1856, deixou o comando do destacamento de Paranaguá, sendo promovido então de fato e direito ao posto de Alferes do Exército tendo sido destacado para a província do Mato Grosso.

O padre Vicente Pires da Motta que havia assumido a presidência da Província do Paraná, enérgico, insistiu junto ao Marquês de Caxias que ele permanecesse nesta Província por ser um oficial de sua inteira confiança.

Assim, pelo empenho do presidente Pires da Motta, o alferes Assumpção permaneceu na Província do Paraná e em 2 de abril de 1857, foi nomeado comandante da Companhia da Força Policial, comissionado no posto de Capitão.

Realizações:

  • Instalou a Cia. em dependência mais condigna. O barracão onde a Cia. passou a utilizar era construído na esquina das Ruas Marechal Floriano e Rua Marechal Deodoro, onde está encontra-se uma farmácia
  • No dia  04 de julho de 1857, contratou o professor Bento Antônio de Menezes para organizar e dirigir a Banda de Música, que se apresentou pela primeira vez no dia 7 de setembro de 1861.
  • Durante a Guerra do Paraguai colaborou na organização dos primeiros Corpos de Voluntários da Pátria, também apoiou os policiais militares que decidiram seguir para o campo de luta.
  • Em 31 de março de 1873, foi graduado no posto de Major e em 13 de abril de 1878, foi promovido ao posto de Tenente-Coronel.

O Ten-Cel Assumpção, foi o oficial que mais tempo permaneceu no comando da PMPR, ficando no cargo durante 24 anos consecutivos.

A falta de pessoal para os serviços, atraso no pagamento e a intromissão da autoridade civil nos assuntos afetos à Corporação, levaram-no a protestar com veemência e, consequentemente, deixar o comando da milícia paranaense, em fevereiro de 1881.

Faleceu no dia 14 de junho de 1901, com 72 anos de idade.

 

 

Guerra do Paraguai

 

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Revolução Federalista

 

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contestado

 

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1924

 

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